Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

QUESTÕES IMPORTANTES:


Qual é o tratamento adequado para a obesidade?
O tratamento médico para a obesidade passa pela combinação de dieta de baixas calorias, modificação comportamental, e aumento da actividade física. Quando com a modificação do estilo de vida não se consegue atingir os objectivos é necessário o uso de fármacos anti-obesidade. O problema deste tipo de tratamento ou abordagem é a incapacidade de muitos doentes obesos perderem peso ou manterem o peso anteriormente perdido. Nos casos de obesidade grave - IMC superior ou igual a 40 kg/m2 ou superior a 35 com morbilidade - que tenham pelo menos cinco anos de evolução da sua obesidade e múltiplos tratamentos médicos ineficazes, a cirurgia pode ser recomendada.

Que tipo de benefícios se pode esperar com a perda de peso?
A perda de peso, mantida a longo prazo, é fundamental. São inúmeros os benefícios que acarreta para a saúde em geral e para a melhoria da qualidade de vida. Reduz, igualmente, a mortalidade e contribui inexoravelmente para a melhoria das doenças crónicas associadas. Pequenas perdas de peso (diminuição de cinco a dez por cento do peso inicial) melhoram o controlo glicémico, reduzem a tensão arterial e os níveis de colesterol. Sentirá também menos dificuldades respiratórias, benefícios na apneia do sono e na sonolência diurna, bem como nos problemas osteoarticulares (variáveis em função da lesão).

Qual é o impacto da perda de peso na doença cardiovascular e hipertensão arterial?
A perda de peso reduz o risco cardiovascular, pelos efeitos positivos na redução da tensão arterial e nos processos de hipercoagulação. Nesta melhoria tem grande influência o tipo de regime alimentar adoptado (restrição do sal e gorduras saturadas), a actividade física e a abolição de hábitos tabágicos. A perda de peso intencional reduz a mortalidade nos obesos com doença cardiovascular associada.

Qual o impacto da perda de peso na diabetes tipo 2 e na síndroma de resistência à insulina?
Melhora o controlo glicémico entre dez a vinte por cento. Neste tipo de patologia, a adopção de um regime alimentar adequado e o aumento da actividade física também parecem ter um efeito potenciador do benefício em termos de ganhos de saúde. A perda de peso voluntária reduz a mortalidade nos obesos com diabetes do tipo 2.

Qual o impacto da perda de peso na dislipidémia (aumento dos níveis de gordura no sangue)?
A dislipidémia mista (colesterol e triglicéridos) melhora facilmente com a perda de peso, mesmo quando esta é modesta.

Qual o impacto da perda de peso na função ovárica?
A melhoria da sensibilidade à insulina, conseguida com a perda de cinco por cento do peso, reflecte-se favoravelmente na mulher obesa com ovário poliquístico e hirsutismo. Essa melhoria traduz-se na recuperação dos ciclos menstruais e, por vezes, na própria ovulação e consequente fertilidade.

Qual é o impacto da perda de peso no cancro?
Não existem até ao momento provas científicas que permitam afirmar que a perda de peso tem efeitos favoráveis na evolução de certo tipo de carcinomas em pessoas obesas. No carcinoma da mama, é possível concluir que tal relação existe, associando-se a perda de peso a uma evolução clínica mais favorável do processo oncológico.

Qual é o impacto da perda de peso em crianças e adolescentes obesos?
A perda de três por cento do peso corporal diminui, de forma significativa, a tensão arterial nos adolescentes obesos. Se o programa de emagrecimento incluir exercício físico, as melhorias nos níveis de tensão são mais acentuadas. A perda de peso contribui, também, para reduzir os níveis plasmáticos de triglicéridos e de insulina, bem como para aumentar o colesterol HDL, de modo proporcional à percentagem da perda de peso. No caso de crianças e adolescentes com diabetes do tipo 2 (habitualmente a do adulto obeso), a perda de peso, embora difícil, é mais eficaz na melhoria do controlo glicémico quando o regime alimentar foi reduzido em hidratos de carbono. A melhoria é também evidente nos casos de esteatose hepática (fígado gordo) e resulta da redução do hiperinsulinismo e do aumento da sensibilidade à insulina.

Onde dirigir-se para diagnosticar e tratar a obesidade?
Ao médico de família no seu centro de saúde. Compete ao médico avaliar o tipo de obesidade e referenciá-lo, se necessário, para as consultas hospitalares de obesidade.

Como se afere a obesidade nas crianças?


O diagnóstico de excesso de peso e de obesidade em função do IMC em crianças e adolescentes não é aplicável com as regras do adulto, devido às características dinâmicas dos processos de crescimento e de maturação que ocorrem durante a idade pediátrica.
Contrariamente ao adulto, em que é possível definir exactamente a pré-obesidade e a obesidade, na criança e no adolescente, com as velocidades de crescimento que registam, em ambos os sexos, uma enorme variabilidade inter e intra-individual, tal não é possível.
Assim, o valor do IMC em idade pediátrica deve ser percentilado e tem como base tabelas de referência:
Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 85 e inferiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da pré-obesidade;
Valores de IMC iguais ou superiores ao percentil 95 permitem fazer o diagnóstico da obesidade.

Índice de Massa Corporal



Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se que há excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30. No entanto, em certos casos, nomeadamente nos atletas, nos indivíduos com edemas e com ascite (hidropisia abdominal), o IMC não é fiável na medição da obesidade, pois não permite distinguir a causa do excesso de peso.

Como se determina ou diagnostica a obesidade e a pré-obesidade?




A obesidade e a pré-obesidade são avaliadas pelo Índice de Massa Corporal (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se que há excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30.

Saúde: Bulimia e anorexia nos adolescentes e jovens


A preocupação com o peso e a forma corporal cada vez mais levam as pessoas a iniciar dietas progressivas e mais selectivas, evitando ao máximo alimentos de alto teor calórico. Este tipo de comportamento pode levar a distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia.
A anorexia é uma perturbação alimentar e psicológica que consiste, essencialmente, na persistência em manter o peso corporal abaixo do normal. Este tipo de distúrbio conduz a uma percepção distorcida do próprio corpo, que leva a pessoa a ver-se como gorda. Quando não consegue manter restrição da comida, inicia episódios de sobrealimentação, entrando num ciclo vicioso no qual aumentam o medo de engordar e o desejo de emagrecer. Assim, recorre ao excesso de exercício físico, uso de laxantes e provocação do vómito (bulimia) para perder peso.

ADOLESCENTES EM MAIOR RISCO

Não há uma única causa para explicar o desenvolvimento da anorexia e bulimia. Contudo, a extrema valorização da magreza e o preconceito com a gordura nas sociedades ocidentais estão fortemente associadas à ocorrência destes distúrbios. A comunicação social é uma das causas dos transtornos alimentares, visto que impõe o estereótipo em que a magreza é um factor essencial para o sucesso social e económico.
As adolescentes são o grupo de maior risco. No entanto, há casos de todas as idades, de ambos os sexos. As principais consequências da anorexia e bulimia são alterações ao nível cardiovascular, gastrointestinal, depressão, fadiga e comportamento obsessivo-compulsivo. Em casos mais graves, estes problemas alimentares conduzem mesmo à morte.

O que é a Roda dos Alimentos?



É uma representação gráfica, criada pelos portugueses na década de 70 no âmbito da Campanha de Educação Alimentar “Saber comer é saber viver”, que nos ajuda a melhor escolher e combinar os alimentos que deverão fazer parte da alimentação diária.
O seu símbolo, tal como o nome indica, é em forma de círculo que se divide em segmentos de diferentes tamanhos; os chamados grupos de alimentos. Mas, em muitos outros países a roda dá lugar à pirâmide dos alimentos, que na opinião dos especialistas nacionais não representa aquilo que deve ser uma alimentação saudável, ou seja, completa, equilibrada e variada. É que a pirâmide hierarquiza os alimentos, dando assim mais importância a uns que a outros. E isto não está correcto, pois deve-se dar igual importância a todos os alimentos.
Foram ainda objectivos desta reestruturação a promoção dos valores culturais e sociais dos portugueses ao promoverem-se produtos tradicionais como o pão, o azeite ou as hortícolas. Além disso, foram considerados objectivos pedagógicos e nutricionais. Com a nova roda introduziu-se o conceito de porção de modo a facilitar opções mais fáceis na escolha das quantidades de alimentos a ingerir.

Sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Diz não às Drogas!




Muito se tem feito nos últimos tempos para que as pessoas se previnam contra o uso de drogas. Mas também muito se tem feito, legal ou ilegalmente, para que elas sejam usadas. O resultado final é que as pessoas estão a consumir cada vez mais drogas.
Usar drogas, significa em primeira instância, buscar prazer. É muito difícil lutar contra o prazer, porque foi ele que sempre norteou o comportamento dos seres vivos. A droga provoca o prazer que engana o organismo, que então passa a querê-lo mais, como se fosse bom. Mas o prazer provocado pela droga não é bom, porque ele mais destrói a vida do que ajuda na sobrevivência. A prevenção tem de mostrar a diferença que há entre o que é gostoso e o que é bom.
Com a disposição de querer ajudar outras pessoas, parte da sociedade procura caminhos para prevenir o maior mal evitável das últimas décadas.
Caminhos disponíveis
1. Do medo - Os jovens não se aproximarão das drogas se as temerem. Para se criar o medo, basta somente mostrar o lado negativo das drogas. Pode funcionar para crianças enquanto elas acreditarem no adultos.
2. Das informações científicas - Quanto mais alguém souber sobre as drogas, mais condições terá para decidir usá-las ou não. Uma informação pode ser trocada por outra mais convincente e que atenda aos interesses imediatos da pessoa.
3. Da legalidade - Não se deve usar drogas porque elas são ilegais. Mas e as drogas legais? E todas as substâncias adquiridas livremente que podem ser transformadas em drogas?
4. Do princípio moral - A droga fere os princípios éticos e morais. Esses valores entram em crise exactamente na juventude.
5. Do maior controle da vida dos jovens - Mais vigiados pelos pais e professores, os jovens teriam maiores dificuldades em se aproximar das drogas. Só que isso não é totalmente verdadeiro. Não adianta proteger quem não se defende.
6. Do afecto - Quem recebe muito amor não sente necessidade de drogas. Fica “aleijado” afectivamente que só recebe amor e não o retribui. Droga é usufruir prazer sem ter de devolver nada.
7. Da auto-estima - Quem tem boa auto-estima não engole qualquer "porcaria". Ocorre que algumas drogas não são consideradas "porcarias", mas "aditivos" para “curtir” melhor a vida.
8. Do desporto - Quem faz desporto não usa drogas. Não é isso o que a sociedade tem presenciado. Reis do desporto perdem sua majestade devido às drogas.
9. Da união dos vários caminhos - É um caminho composto de vários outros, cada qual com sua própria indicação. Cada jovem escolhe o mais adequado para si.
10. Da Integração relacional - . Nesse trajecto, o jovem é uma pessoa integrada consigo mesmo (corpo e psíquico), com as pessoas com as quais se relaciona (integração social) e com o ecossistema (ambiente), valorizando a disciplina, a gratidão, a religiosidade, a ética e a cidadania.

(Fonte: Anjos Caídos, Içami Tiba. Editora Gente, 6ª edição)

Turma 1º J

Domingo, 31 de Janeiro de 2010

Um dia bem passado fora da Escola!




























































No dia 19 de Janeiro de 2010, as turmas do 1ºJ do 1ºK realizaram uma visita de estudo à cidade de Braga.
Da parte da manhã, os alunos acompanhados pelos seus professores visitaram o Monte do Bom Jesus, desceram pelo escadório e subiram pelo elevador hidráulico. Os professores foram dando explicações sobre a arquitectura e escultura que os alunos iam observando ao longo dos lances de escadas. Visitaram o santuário onde também lhes foram dadas indicações sobre a arte sacra.
Da parte da tarde, por volta das 15h, as duas turmas, juntamente com os professores, foram ao Theatro Circo, para assistirem à peça “O Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, encenada por Rui Madeira. A representação da peça foi do agrado de todos.
A convite de um dos actores, uma das alunas da turma do 1ºJ participou na peça como pajem do fidalgo, o que motivou maior expectativa e contentamento de todos os alunos por verem a colega no palco.
No final da peça, o encenador Rui Madeira fez uma visita guiada às duas turmas pelos bastidores, salas e palco do teatro.
O dia de actividades foi extremamente vantajoso, pois os alunos tiveram oportunidade de consolidarem conhecimentos ministrados em aula e adquirirem novas competências em contexto extra-escola.
Os alunos disseram, em uníssono, que estas actividades se devem repetir.

1º J

Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Aparelho Reprodutor






















O sistema reprodutor é o conjunto de interacções entre órgãos ou substâncias dentro de um organismo que dizem respeito unicamente à reprodução.

Sexualidade Humana


Sexualidade humana
A sexualidade de um indivíduo define-se como sendo as suas preferências, predisposições ou experiências sexuais, na experimentação e descoberta da sua identidade e actividade sexual, num determinado período da sua existência.
Actualmente, ocorre por parte de alguns estudiosos a tentativa de afastamento do conceito de sexualidade da noção de reprodução animal associada ao sexo. Enquanto esta noção se prende com o nível físico do homem enquanto animal, a sexualidade tenderia a referir-se ao plano psicológico do indivíduo. Além dos factores biológicos (anatómicos, fisiológicos, etc.), a sexualidade de um indivíduo pode ser fortemente afectada pelo ambiente sociocultural e religioso em que este se insere. Por exemplo, em algumas sociedades, na sua maioria orientais, promove-se a poligamia ou bigamia, isto é, a possibilidade ou dever de ter múltiplos parceiros.
Em algumas partes do mundo a sexualidade explícita ainda é considerada como uma ameaça aos valores político-sociais ou religiosos.



Sexualidade infantil
Sexualidade infantil refere-se ao sentimento, comportamento e desenvolvimento sexual das crianças. Teorias sobre o desenvolvimento sexual podem ser largamente divididas em duas correntes: aquelas que tendem a dar ênfase à biologia inata (que pode ser incentivada ou inibida durante a infância) e aquelas que tendem a enfatizarem a sexualidade como uma construção social (onde a sexualidade da criança será fortemente influenciada pela sociedade como um todo).


Adolescência
É um período do desenvolvimento humano que se estende, aproximadamente, dos 10 aos 19 anos de idade.
É uma das etapas do desenvolvimento humano caracterizada por alterações físicas, mentais e sociais, que recebem interpretações, significados e tratamentos diferentes, dependendo da época e da cultura na qual o indivíduo está inserido.
É uma fase de transição entre a infância e a idade adulta, em que os adolescentes se sentem divididos: não sabem se devem comportar-se como crianças ou adultos. Isso ocorre juntamente com outras mudanças físicas e psicológicas, tais como crescimento dos pêlos púbicos, amadurecimento, e principalmente, alta produção de hormônios, tanto masculinos quanto femininos, que alteram as condições emocionais do jovem, causando muitas vezes mau humor, depressão e outros sintomas facilmente percebidos pelos outros.


Puberdade
A puberdade é um período onde ocorrem mudanças biológicas e fisiológicas. É neste período que o corpo se desenvolve fisicamente e mentalmente tornando-se maduro e o adolescente fica capacitado para gerar filhos. Ela não deve ser confundida como sinónimo da adolescência, visto que a puberdade faz parte da adolescência. Nesta fase, são observadas mudanças tais como: crescimento de pêlos púbicos, crescimento dos testículos e aparecimento dos seios.
O início da fase da puberdade é variável de pessoa para pessoa. Geralmente para o sexo feminino é entre os 9 e os 13 anos de idade e para o sexo masculino entre 10 e 14 anos de idade. Este processo pode ser observado nos diferentes sectores do organismo, alguns mais evidentes do que em outros, como o aumento do peso e da altura e à maturação sexual. As hormonas sexuais são diferentes entre os homens e as mulheres, mas não são totalmente exclusivos de cada sexo, nos homens, os testículos secretam entre outros hormónios a testosterona e nas mulheres o ovário fabrica o estrógeno. As gónadas e as supra-renais de ambos os sexos produzem o estrógeno e testosterona, mas é variável a quantidade. As características biológicas são universais e ocorrem de forma semelhante em todos os seres humanos. A puberdade também mexe com o emocional dos adolescentes e também com seu comportamento, principalmente em seu desejo sexual.

O que é a andropausa?


A andropausa é o período em que o homem passa por mudanças hormonais, fisiológicas e químicas. Isso acontece frequentemente entre 40 e 50 anos, embora haja casos em que pode ocorrer aos 35 ou aos 65.

Sintomas da Andropausa

As alterações podem chegar a afectar todos os aspectos da vida, como:
· Dificuldades para conseguir ter ou manter a erecção
· Perda de interesse por fazer sexo
· Problemas nas relações que repercutem directamente no funcionamento sexual da parceira (a mulher pode achar que está a ser repelida ou ficar ressentida se o homem não dividir as suas inquietações com ela). A culpa é frequentemente experimentada por casais cujo homem tem problemas de erecção.

Qualquer que seja a origem da disfunção sexual, uma vez iniciada a interacção de factores psicológicos, físicos e interpessoais, é muito difícil para o homem recuperar o seu equilíbrio.
Se perder a erecção durante o tratamento medicamentoso, por exemplo, o homem começará a preocupar-se se o seu pénis “funcionará” ou não na próxima vez em que tentar uma relação.

O stress é o inimigo

Quanto mais preocupações e stress tiver o homem maduro, menos será capaz de responder aos estímulos sexuais, segundo a prática médica. É preciso lembrar que a andropausa é passageira.

O que é a Menopausa?




Menopausa é a paragem de funcionamento dos ovários, ou seja, os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona. Não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher.
A principal característica da menopausa é a parada das menstruações. No entanto em muitas mulheres a menopausa se anuncia por irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos frequentes. Não existe idade predeterminada para a menopausa. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos, no entanto pode ocorrer a partir dos 40 anos sem que isto seja um problema. Não há relação entre a primeira menstruação e a idade da menopausa nem tão pouco existe relação entre a idade familiar da menopausa e a sua.

Sintomas da Menopausa
Se bem que em algumas mulheres não sintam nada durante o período da menopausa, a maioria poderá sentir alguns sintomas:
· Ondas de calor
· Suores nocturnos
· Insónia
· Menor desejo sexual
· Irritabilidade
· Depressão
· Ressecamento vaginal
· Dor durante o acto sexual
· Diminuição da atenção e memória

De acordo com estudos recentes, as ondas de calor ocorrem em mais de 50% das mulheres que entram na menopausa e sua frequência diminui para 30% das mulheres após 3 anos de menopausa. Apesar disto os sintomas podem persistir em 16 % das mulheres com 67 anos de idade.